Quem escreve

Jéssica Macedo

Quando o jornalismo se tornou a minha profissão, eu não tinha mais do que 7 anos de idade. Aprendendo a escrever, descobri nas linhas indecifráveis rabiscadas por mim um desejo enorme por relatar histórias, fossem elas reais ou inventadas. Havia ali um incentivador: meu pai. O homem que me ensinou a ler e praguejou "você será jornalista".

Assim, aos 16, naqueles inúmeros testes vocacionais aos quais nos submetem antes dos vestibulares: comunicação social. Sempre! Não gostava de propaganda, logo publicidade (até então acreditava ser a área responsável por aqueles comerciais intermináveis no meio da minha novela) não era pra mim. Relações Públicas muito menos (RP o quê, moço?). Lá estava ele, brilhando, quase piscando pra mim. Jornalismo.

Entrei na faculdade sem saber muito sobre a profissão que escolhera. Tinha duas coisas apenas na bagagem das expectativas, gosto de escrever e meu pai disse que eu seria jornalista. Nunca vislumbrei as bancadas dos jornais televisivos, não fazia ideia do que era assessoria de imprensa e rádio era um aparelho para ouvir música. Webjornalismo então, sequer falavam sobre isso. Me imaginava na redação de um bom jornal escrevendo artigos e notícias para alguém editar. Imaginava até um editor bem casca-grossa e estúpido.

Mas jornalismo é muito mais. Na faculdade você começa a perceber isso e ou se apaixona de vez, ou desiste da cilada enquanto há tempo. A minha turma era reduzida a cada semestre. Era muito comum os colegas desistirem. Mas quanto mais eu conhecia, mais me apaixonava, mesmo já tendo perdido a ilusão de mudar o mundo com o meu trabalho.

Vieram os estágios. Vieram também as aulas práticas, os super-projetos como o que me apresentou o rádio como veículo de comunicação. Veio também o primeiro emprego em assessoria de imprensa, muito antes de alcançar o meio do curso. Este primeiro emprego me permitiu visualizar muito além do horizonte, foi onde percebi a necessidade de fazer webjornalismo, de escrever com foco no leitor de internet e de estar onde ele prefere estar: nas redes sociais.

Com estas descobertas, descobri meu caminho como comunicadora. Entender sempre o comportamento de quem busca informação e estar pronta para atender com conteúdo de qualidade passaram a ser meus objetivos profissionais. Jornalista digital, social media, comunicadora, seja o que for, quero fazer bem aquilo que gosto de fazer: relatar histórias reais ou inventadas, mas sempre de utilidade para o leitor.

Olá, meu nome é Jéssica Macêdo. Jornalista, especialista em mídias sociais e com uma necessidade enorme de me comunicar. 🙂

Juliana Borges

Eu tinha apenas 10 anos quando vivi minha primeira experiência como publicitária. Meus tios, publicitários, estavam passando uma semana em nosso sítio naquele verão. Em uma tarde quente ajudei minha tia a montar alguns anúncios que sairiam no jornal da semana seguinte e fiquei absolutamente fascinada ao abrir o jornal e ver o anúncio ali publicado. Não teve jeito, eu queria aquilo.

E queria tão forte que não mudei de ideia por um instante sequer. Segui firme com essa ideia durante anos, até prestar vestibular. Confesso que a publicidade desanima muito uma pessoa sensível e cheia de ideais como eu. Trabalhar em agência publicitária foi a pior experiência profissional que eu já tive.

Passei um tempo afastada da área - quem nunca?, quis fazer outro curso. Mas meu coração sempre batia pelo mundo da comunicação, não tinha jeito. Resolvi prestar concurso público para a área específica e tive a felicidade de voltar para a minha área. Sou formada em marketing, com pós graduação em Comunicação Publica e Processo Legislativo. Tento sempre evitar me definir como analista de marketing,  publicitária, jornalista ou relações públicas, especialista nisso ou naquilo. Gosto de falar que sou comunicadora.

No órgão em que atuo hoje já passei pelas áreas de marketing e publicidade, relações públicas e atualmente trabalho produzindo conteúdo para as mídias sociais.

Estou aqui para escrever sobre o que me chama atenção no mundo da comunicação. Ou não. Pode acontecer de vocês encontrarem textos extremamente reflexivos sobre minhas experiências pessoais.

Olá, eu sou a Juliana, comunicadora, apaixonada por artes plásticas, design, ações de marketing bem sucedidas e feedback de empresas aos clientes. Sou um pouco antissocial então, para evitar a conversa no mundo físico, resolvi escrever. Estou sempre aberta a novas ideias e argumentações que valham a pena. Adoro achar um motivo para mudar de opinião. Vamos conversar?

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